sábado, 10 de novembro de 2018

Reflexões sobre a Educação Aberta em Rede

Apresento, neste texto, uma síntese da sala aula virtual 1 intitulada de Educação Aberta em Rede, este ambiente de construção coletiva do conhecimento faz parte da componente curricular Educação Aberta e Tecnologias Móveis do curso de Especialização em Tecnologias e Educação Aberta e Digital, na modalidade a distância, realizado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em parceria com a Universidade Aberta de Portugal.



Os sujeitos envolvidos nesta construção coletiva do conhecimento apresentam suas ideias sobre a temática "a educação aberta colaborativa em rede tem sido considerada uma filosofia educacional importante para enriquecer a aprendizagem ao longo da vida e tem proporcionado a oportunidade de aceder e construir conhecimento através da web", sendo assim, descrevo esta síntese de forma a fazer uma colagem das descrições, sem identificar nenhum autor.



Parto da ideia em que os autores destacam que a educação aberta e colaborativa em rede vem se apresentando como uma filosofia educacional de suma importância para o favorecimento da aprendizagem, além disso, este modelo vem proporcionado a oportunidade de construir conhecimento a todo momento, principalmente, por meio das redes sociais. Nota-se que esse meio tecnológico é uma excelente ferramentas colaborativas, pois potencializa a construção e reconstrução coletiva do conhecimento, ou seja, possibilita de forma natural (informal) a partilha dos saberes. Isto mostra que as inovações tecnológicas conduziram ao surgimentos de novas mediações, a partir dos quais a interação social ocorre de diversas maneiras, tendo em vista as narrativas coletivas que influenciam a educação, especificamente, a aprendizagem.



Nesta visão, a rede digital permite a partilha de ideias, contribuindo para reflexões entre os participantes e assumindo uma relevância cada vez abrangente tanto em contextos formais quanto informais de aprendizagens, potencializados por meio da tecnologia. Isso tem conectado os sujeitos, que criam redes dinâmicas e ecológicas, visando responder suas dificuldades e seus ecossistemas digitais. Ou seja, diante da rapidez de informações e a oportunidade de aprender através da web, uma nova alfabetização se faz presente nesse contexto, pois requer entendimento dos sistemas e plataformas. Não se trata apenas do conteúdo que se aprende, mas como aprendemos nesse contexto. No mundo atual em que a tecnologia utiliza recursos gráficos ricos, a criatividade e a ludicidade tomam papel importante. 



Vale salientar que para os autores a questão da "ludicidade" no contexto da nova forma de ensinar e aprender em comunidades digitais de aprendizagem em rede é uma componente informal quando as comunidades estão integradas ao processo educativo mediante a um enquadramento pedagógico, no sentido da valorização da educação formal e não como substituição desta. Além disso, o desenvolvimento das redes digitais demonstra o rápido crescimento de recursos educacionais na Web 2.0, proporcionando a utilização livremente de variadas temáticas e tecnologia, o que favorece para a construção coletiva, formas de aprender, a construção do conhecimento e a autonomia dos indivíduos.




Os autores destacam que atualmente temos diversas ofertas de plataformas para incrementar o processo de ensino e aprendizagem, porém existem dois víeis, de um lado sobra-se tecnologia, mas faltam professores capacitados (pelos mais diversos motivos) para trabalhar com essas plataformas. Por outro lado, existem professores capacitados e dinâmicos que trabalham com diversas plataformas diferentes mas encontram diversos entraves, sejam de cunho socioeconômico, seja da dinâmica burocráticas das escolas (algumas insistem em acreditar que a prática "cuspe e giz" é a mais apropriada para o processo de ensino e aprendizagem).






Por fim, os autores conclui-se que os professores que buscam ampliar suas visões sobre a filosofia educacional tecnológica, aberta e colaborativa poderão promover aulas no ambiente virtual ou  formal com base na mediação que gera o diálogo e nesse processo em rede os sujeitos vão se (re)constituindo, como também, ressignificando suas aprendizagens, tornando-os empoderados para tomadas de decisões. Assim, os autores entendem que as redes sociais é um cenário que serve de inclusão para os educadores estarem imersos numa sociedade informacional. 






Autores: Sala Virtual 1

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